Fernanda como começou seu
ministério na área de Louvor e o interesse em gravar um Cd?
Meu ministério iniciou-se quando eu tinha apenas 5 anos, ao participar de um
grupo infantil chamado “A turma do Printy”. Foi maravilhoso o período em que
passei por este grupo, cresci muito, mas chegou um momento em que eu estava me
destacando das outras crianças e meu pai lançou a idéia para mim, sobre o
trabalho solo, eu achei interessante, mas sempre levava isto mais como uma
brincadeira. Somente quando cresci um pouco mais pude entender o real valor do
que seria este trabalho.
Como foi gravar o CD "InPacto", quais as maiores dificuldades e as maiores
alegrias que ele te trouxe?
Gravar este cd foi uma experiência muito nova na minha vida, no início fiquei
muito insegura emmudar o estilo (de infantil para música jovem), mudar o nome
(de Fernandinha para Fernanda Reis), mas em todo o tempo tive pessoas me
apoiando e aconselhando, como diz a Palavra: Na multidão de conselhos há
sabedoria. Tudo era muito novo pra mim e isto me assustou muito, mas a
experiência e o crescimento foram coisas que nenhum dinheiro poderia comprar, as
novas amizades descobertas com este trabalho, tudo foi motivo de muita alegria.
O CD "InPacto" é CD com música pop/gospel você acha que estava faltando um
trabalho deste gênero para os evangélicos?
Na verdade o meu cd não é somente pop/gospel, pois este é um estilo que vemos
muito no meio gospel, mas um cd pop/dance e este sim não é muito encontrado no
meio gospel nacional.
Como foi gravar a música Nova Criação do Pr. Adhemar de Campos, com o próprio
Pastor?
O Pastor Adhemar é meu queridinho, amo este pastor que é meu conselheiro
pessoal, chegam a ser até engraçadas as nossas conversas, já liguei de madrugada
para ele me ajudar com alguns “pepinos”. Gravar com ele que é um ícone na
história da música gospel foi uma experiência maravilhosa, e gravar esta música
com ele me deixou mais apaixonada ainda por este trabalho. Acho que vocês
puderam perceber como tudo foi enriquecedor para mim, vale a pena conferir.
Você é da Comunidade da Graça Sede, como é seu convívio na sua Igreja,
ministério e com as pessoas que lá congregam?
A Comuna (como é chamada por alguns jovens) é o meu cantinho de abastecimento,
onde meu coração é alimentado para alimentar outros. Meu convívio é como de uma
pessoa comum, lá não tem dessa de “artista”. Lá é uma igreja como as outras,
existe gente de todos os estilos, mas eu possuo os meus amigos pessoais que são
pessoas que me apóiam muito e sempre torcem por mim. No ministério o pessoal é
bem compreensivo, quando preciso sair para ministrar em outras igrejas eles
sempre me abençoam e oram por mim. É claro que nem tudo é um mar de rosas porque
lidamos com pessoas diferentes, há todos os temperamentos e ainda bem que é
assim, pois isto promove ainda mais o meu crescimento.
Você acha que o cantor/músico Gospel precisa cantar músicas seculares, pra
poder se sustentar como alguns fazem. Qual a sua opinião sobre o assunto?
Bem, esse é um assunto complicado de se falar sem se comprometer. Acredito que
muitos têm se vendido, têm vendido a sua primogenitura por um prato de
lentilhas, mas isso também faz parte do fim dos tempos, onde haverá joio no meio
do trigo e apostasia.
Quais são os CD´s que você mais gosta de ouvir?
Ultimamente tenho ouvido muito Marcos Witt, Michael W. Smith, Katinas, plus one,
Avalon, Stacie Orrico. Mas ouço outras coisas também pelo fato de estar
escrevendo um musical, como Carman, Petra, Third Day, D.C. Talk. Pelo que vocês
podem ver, ouço muito música internacional, tenho ouvido muito pouco música
nacional, mas de nacional ouço Adhemar, Ronaldo Bezerra, Robson Nascimento,
Praise Machine, Oficina G3 e muitas outras coisas.
Quando veio o seu chamado para poder pregar a palavra de Deus?
Na verdade eu não tenho chamado para ser uma pastora, mas tenho chamado para ser
ministra de louvor e adoração, que não é somente a música, por isso me formei em
teologia aplicada que tem me ajudado muito a ministrar durante os eventos, a
escrever minha coluna para um portal, a escrever o musical e muitas outras
coisas. Tenho mais segurança em ministrar agora, mas chamado especifico para
pregar a Palavra eu não tenho.
O que é pra você ser um verdadeiro Adorador?
Tenho aprendido muito em como ser uma verdadeira adoradora nestes últimos
tempos, principalmente com meu querido Adhemar e agora recentemente com a Benner
Jacks que são verdadeiros adoradores. Um adorador se agrada em estar na presença
de Deus constantemente, ele se entristece com o que o Espírito Santo se
entristece, mas não precisa fazer isso somente quando as pessoas estão por
perto, para que vejam “como ele é espiritual”, ele o faz naturalmente em
qualquer lugar. Estas atitudes são crescentes, é como uma sementinha que
germina. Infelizmente vou ser obrigada a usar as palavras do pr. Silmar Coelho:
as pessoas não precisam mais de saber o que é a definição das coisas, mas por em
prática aquilo que tem aprendido.
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internautas que acessam o Portal Virtual Gospel.
Muito obrigada por me darem espaço em suas vidas para passar um pouco do que
aprendi. Deus os abençoe e continue a guia-los. Não desistam nunca do caminho,
persistam e alcançarão a vitória.